
Já a precisar de férias... das férias ( elas não matam mas moem!) , aqui o vosso escriba já está de volta pra por esta merda a bombar. Depois de vários almudes* de cerveja bubidos ( tava calor), o 'kachiba' está pronto pra continuar a escrever babuseiras, teorias de merda, mostrar gajas com calor, informar o leitor sobre tudo o que esteja relacionado com as bubadeiras, e sempre com uma bela música a acompanhar já como é nosso apanágio ( foda-se, consegui dizer isto sem patinar??!).
Sejam bem vindos, vão buscar uma cerveja bem geladinha e .... esperem ai uma beca... que eu tenho de ir ali mijar... desculpem, tou mesmo apertado...
* Almude - O almude é uma unidade de medida de capacidade para líquidos , especialmente para vinho, que variava de região para região. Deriva do árabe al-mudd e aparece na documentação portuguesa desde a primeira metade do século XI. Tal como nas regiões ibéricas sob domínio árabe, a sua capacidade tinha no noroeste cristão e nesta época um valor próximo de 0.7 litros. No sistema do Condado Portucalense, o almude equivalia a 2 alqueires (cerca de 6.7 litros). No sistema introduzido por Dom Afonso Henriques e utilizado quase até ao fim da primeira dinastia, parece que o almude equivalia ao alqueire desse sistema (8.7 litros). No sistema introduzido por Dom Pedro I, o almude equivalia novamente a 2 alqueires (cerca de 19.7 litros). No sistema de Lisboa, adapatado e generalizado a todo o reino por Dom Manuel I, o almude equivalia a cerca de 16.8 litros.
Na época moderna, o almude oficial era pois de 16.8 litros, no entanto, em diferentes regiões de Portugal, usavam-se almudes que podiam atingir o equivalente a dois alqueires. Além disso, podiam existir almudes diferentes para diferentes líquidos. Assim, por exemplo, em Coimbra o almude era equivalente a 20 litros se fosse de vinho e 10 litros se fosse de azeite.
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